Os jornais e revistas semanais podem ter reduzido o tamanho de folhas impressas, mas ainda são fontes incontestáveis de informações e o mais importante: passam credibilidade. Por conta disso, consegue manter seus leitores fiéis e muitas vezes conquistar novos, que atualmente podem ser adultos ou jovens. O mais importante é a qualidade do conteúdo que será oferecido.

Essa é uma das razões pela qual algumas marcas ainda investem no publieditorial. Vamos ser sinceros, ninguém quer ser interrompido durante a leitura por uma propaganda de algum produto ou serviço. Por exemplo, ao assistir um filme, algumas marcas que o patrocinam fazem questão de colocar seu produto em pequenas cenas como forma de publicidade (tie in, mais conhecida como merchandising), mas muitas pessoas acabam perdendo o interesse no filme pela forma brusca que acontece essa inserção.

No universo do publieditorial pode acontecer a mesma coisa caso não se tome alguns cuidados. Ao mesmo tempo que ele pode ser uma ferramenta poderosa para posicionar a marca de uma empresa, ele pode ser o seu pior inimigo. Para que eles tenham efeito positivo é preciso saber o que falar, como abordar o tema, onde publicar e como se diferenciar. Elaborando cada uma dessas etapas com cautela, uma grande marca tem tudo na mão para melhorar e expandir sua percepção.

Um dos segredos do publi é informar. Dizemos isso porque é necessário entender que você está posicionando aquela informação (seja ela institucional ou de produto) dentro de um veículo de comunicação e o leitor parte do princípio que dentro daquele canal, ele irá consumir boa informação. Por isso, sempre se baseie na premissa de que você deve adicionar conhecimento ao leitor e se possível tentar trabalhar com o fator surpresa para mantê-lo interessado.

Isso porque a novidade sempre será a melhor forma de impactar o leitor e criar uma lembrança positiva. O consumidor precisa ser surpreendido sem ser tirado da sua “zona de leitura”, ou seja, quando ele está lendo uma matéria, o que é comum acontecer durante um momento de relaxamento, e for impactado de forma brusca ele pode não só perder o interesse, como criar uma rejeição quanto aquela marca. Então, deve-se ser cauteloso com esse tipo de mídia e testar o máximo possível antes de publicar.

A Netflix criou uma ação para divulgar um de seus maiores sucessos: Narcos. Com a estreia da nova temporada, ela desenvolveu um publi em parceria com os jornais Estado de S.Paulo e a Folha de S.Paulo. Inspirados na história da série, eles desenvolveram uma capa promocional nas versões impressas com conteúdos sobre Pablo Escobar, dando um ar dos anos 90 na edição. Para “assinar” o publi, ambos jornais colocaram no final da página um pequeno anúncio da Netflix com as informações da nova temporada de Narcos. Dessa forma, a marca criou um impacto positivo e interessante para os leitores, deixando o publi “leve” e efetivo.

Por isso, ao encontrar forma de informar sem se tornar “irritante” será o melhor caminho de tornar o seu publieditorial uma ótima mídia para potencializar o posicionamento da empresa.

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