As empresas buscam investir em marketing offline pelo fato de ser um dos meios que permitem interação maior do consumidor com o produto. Vamos usar como exemplo feiras e eventos – independente do segmento – que promovem encontros entre profissionais, nos quais são apresentadas empresas e, consequentemente, seus produtos e serviços. Isso permite a troca de experiências, opiniões e cartões, criando, assim, proximidade entre os profissionais e as empresas. O face to face é a forma mais efetiva de captar leads quentes, ou seja, consumidores e parceiros em potencial para fechar negócios.

A influência dos materiais impressos se dá quase da mesma forma. Para que uma campanha tenha impacto com eles, é preciso desenvolver um estudo sobre o comportamento do target.

  • Com quem vou falar?
  • Em qual meio está inserido?
  • Como se comporta?
  • O que chama sua atenção?
  • Em quais canais consome informações com maior frequência e recentidade?
  • Como é sua jornada de compra e quais tipos de canais consome em cada uma das fases da jornada?

Essas respostas oferecem um direcionamento sobre como trabalhar com o público-alvo. Por exemplo, os adolescentes são um target presente no meio digital, mas isso não quer dizer que toda comunicação deve estar concentrada nele. Os materiais impressos podem ser algo inusitado e impactante que os leva ao meio digital para efetivar uma conversão. A ação dos impressos pode ser mais efetiva do que a dos anúncios no meio online, onde os olhos já estão treinados para ignorar propagandas.

Além desse fator, deve-se considerar que hoje, quando o consumidor toma uma decisão de compra, pesquisa em diversas fontes (online ou offline). Por esse motivo é necessário entender em qual parte da sua jornada ele está aberto a consumir informações que não estejam na internet, para que, assim, a forma de impactá-lo possa ser assertiva.

Outra questão que envolve o impacto é o fato de saber escolher a abordagem de uma campanha com multi targets. Em alguns casos, o tomador de decisão pode ser diferente do consumidor. Por exemplo, quando falamos de produtos infantis, a decisão é dos pais, o que os torna o target central da campanha. Tratando-se de crianças, alguns cuidados são maiores, no entanto, as compras não são feitas por impulso.

Então, entregar aos pais catálogos impressos com informativos relevantes, como o que acompanha um produto e que, por exemplo, alerta sobre alergias (contendo até mesmo amostras), é uma forma efetiva de demonstração que influencia na decisão final da compra. Além disso, o marketing offline, seja com comerciais ou materiais gráficos, tende a gerar maior credibilidade diante do público e, por essa razão, ainda é um forte aliado das empresas. Mas, atenção! Qualquer comunicação impressa para que seja eficiente, como flyer, catálogo ou mala-direta, precisa ser bem feita. É necessário encontrar parceiros – da sua equipe de marketing à gráfica – que possam fazer um bom trabalho e acima de tudo, entender de todo o processo.

A tomada de decisão de compra é o resultado mais desejado. Portanto, o investimento deve ser bem pensado. Um cartão, um folder informativo e um catálogo devem ser elaborados com diferenciais, mas sempre centrando-se no que é preciso dizer para convencer o consumidor a procurar mais informações a até mesmo chegar a uma decisão final.

 

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